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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Freguesia de Pala, Mortágua

 Foto: Olhares Fotografia on-line

A freguesia da Pala, uma das maiores do concelho de Mortágua, encontra-se na parte norte do concelho, embora a sua grande extensão a transporte quase até à sua parte central. Para norte, confina com o distrito de Aveiro e com o concelho vizinho de Tondela. Dentro de Mortágua, é delimitada a ocidente por Espinho, a leste por Sobral e a sul por Vale de Remígio. É constituída pelos lugares de Carvalhal, Eirigo, Laceiras, Linhar de Pala, Macieira,Monte de Lobos, Moutinhal, Ortigosa, Pala, Palinha, Palheiros de Cima, Palheiros de Baixo, Paredes, Sardoal, Sernadas, Tarrastal e Vila Pouca.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Freguesia de Espinho, Mortágua

A freguesia de Espinho, uma das maiores do concelho de Mortágua, ocupa uma grande parte do extremo ocidental do município. Confina com o distrito vizinho de Aveiro a norte e a oeste. Dentro de Mortágua, é delimitado pelas freguesias da Pala e de Vale de Remígio, a leste, e pelas freguesias de Trezoi e de Cortegaça, a sul. A oito quilómetros de Mortágua, é constituída pelos lugares de Água Levada, Anceiro, Aveleira, Azival, Barracão (uma parte da localidade), Castanheira, Espinho, Falgaroso da Serra, Painçal, Pomares, Quilho, Ribeira, Santa Cristina, Sobrosa, Soito, Truta de Baixo, Truta de Cima, Vale de Carneiro, Vale da Vide, Vale de Mouro, Vila Boa e Vila Meã da Serra.
O povoamento da área que hoje corresponde à freguesia de Espinho é muito remoto e pode ser comprovado por numerosos vestígios arqueológicos.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Armas do concelho de Mortágua


    As armas do Concelho de Mortágua apresentam em campo de prata, cinco faixas ondeadas de azul, distanciadas igualmente. Bordadura de negro arregada de oito pinhas de ouro realçadas de negro. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres “Vila de Mortágua” a negro.
     Estas formas e estas cores têm um significado. São pensados tendo em conta o Concelho. Por isso, é a demonstração singular de uma terra única. 
     Mostram que o concelho constituiu em épocas remotas uma bacia de água, e a riqueza agrícola dos seus extensos pinhais. Assim:
A água, a grande quantidade que houve e que há na região dominada pela Vila de Mortágua, é representada pelas faixas onduladas de prata e azul, que significam humildade e riqueza, lealdade e caridade.
A terra, a riqueza do solo, é simbolizada pelo esmalte negro, significa firmeza e honestidade.
As pinhas, simbolizando uma das principais fontes de riqueza local, a ouro esmaltado que significa fidelidade, constância, poder e nobreza.
A coroa mural de prata de quatro torres é indicativo da categoria de Vila.
Bandeira do Concelho de Mortágua: Como as peças que constituem estas armas são as pinhas de ouro e a indicação de água que é azul, a bandeira é esquartelada de amarelo (que representa ouro) e de azul. Cordões e borlas de ouro e azul. Haste e lança douradas.
E desta forma, estas Armas só poderiam ser “ As nossas Armas”.
Aprovado pela Portaria nº. 7592, do Ministério do Interior, publicada no Diário da República, I Série, nº. 123 de 3/06/1933.
Fonte: CMM 

sábado, 21 de abril de 2012

Caraterização histórica de Mortágua

Informação disponibilizada no site da CMM:  
      "É possível considerar que há cerca de um milhão e meio de anos as primeiras comunidades humanas se tenham instalado, um pouco por todo o território nacional, incluindo as áreas que hoje o Concelho de Mortágua ocupa.
     Em concelhos que fazem fronteira com o nosso, foram encontradas estações arqueológicas do paleolítico superior (freguesia da Moita, concelho de Anadia), também do paleolítico situada no lugar do Carreço (concelho de Mealhada) e no Concelho de Mortágua, no lugar de Lapa dos Mouros, perto da aldeia de Mortazel, haverá vestígios de arte rupestre.
     Imensos achados materiais, toponímicos e outras manifestações, de várias épocas da evolução do homem, podem encontrar-se nesta área, os quais foram deixados pelos diferentes povos que por aqui viveram.
     Na época longínqua de 218 A.C., os romanos chegaram à Península Ibérica e muitas foram as lutas travadas entre estes e os Lusitanos. Romanizando a região ficaram os vestígios dos invasores em algumas povoações do Concelho. Julga-se que por aqui passou uma das vias romanas de extrema relevância, que fazia a ligação entre o litoral e o interior.