quarta-feira, 23 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Lenda de Nossa Senhora do Chão dos Calvo
Num vale, pelos fins do Século XV, inícios do seguinte, encontrou, um indivíduo calvo, da freguesia do Sobral, concelho de Mortágua, escondida na toca de um castanheiro, uma imagem da Virgem.
A notícia chegou aos moradores dessa freguesia, bem como aos de Pala. Os do Sobral achavam que a imagem lhe pertencia, por isso a levaram para a sua igreja. No entanto, a Senhora desaparecia desta igreja e voltava a ser encontrada no buraco do castanheiro.
Apesar de ser levada, de novo, para o Sobral, e a igreja da paróquia estar guardada, a imagem fugia sempre. Acabaram por ser os habitantes de Pala e erigir uma capela no sítio do seu aparecimento.
Fonte: RFEVA
A Ermida de Nossa Senhora do Chão dos Calvos, cuja tradição conta que nove
freguesias do Concelho eram obrigadas a comparecer na primeira semana da
Quaresma, sob pena de multa aplicada ao chefe de família que, por si ou
familiares da casa faltassem. A romaria decaiu ao longo dos tempos,
tendo sido substituída pela Feira dos Calvos que ainda perdura.
Fonte: CMMquinta-feira, 10 de maio de 2012
A Lampantana
Sobre este delicioso prato, podemos ler no site da Câmara Municipal de Mortágua:
"Zona de transição entre a Beira Interior e o Litoral, Mortágua não deixa de ganhar com este seu posicionamento. Lugar
de passagem para vários destinos, Mortágua oferece a quem a visita
momentos agradáveis, com a sua beleza natural e através da boa
gastronomia.
A LAMPANTANA confeccionada com carne de ovelha,
assada em caçoila de barro e servida com batata “fardada” e grelos a
acompanhar, é, desde tempos imemoriais, uma das especialidades
gastronómicas do Concelho de Mortágua.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Armas do concelho de Mortágua
As armas do Concelho de Mortágua apresentam em campo de prata, cinco faixas ondeadas de azul, distanciadas igualmente. Bordadura de negro arregada de oito pinhas de ouro realçadas de negro. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres “Vila de Mortágua” a negro.
Estas formas e estas cores têm um significado. São pensados tendo em conta o Concelho. Por isso, é a demonstração singular de uma terra única.
Estas formas e estas cores têm um significado. São pensados tendo em conta o Concelho. Por isso, é a demonstração singular de uma terra única.
Mostram que o concelho constituiu em épocas remotas uma bacia de água, e a riqueza agrícola dos seus extensos pinhais. Assim:
A água, a grande quantidade que houve e que há na região dominada pela Vila de Mortágua, é representada pelas faixas onduladas de prata e azul, que significam humildade e riqueza, lealdade e caridade.
A terra, a riqueza do solo, é simbolizada pelo esmalte negro, significa firmeza e honestidade.
As pinhas, simbolizando uma das principais fontes de riqueza local, a ouro esmaltado que significa fidelidade, constância, poder e nobreza.
A coroa mural de prata de quatro torres é indicativo da categoria de Vila.
Bandeira do Concelho de Mortágua: Como as peças que constituem estas armas são as pinhas de ouro e a indicação de água que é azul, a bandeira é esquartelada de amarelo (que representa ouro) e de azul. Cordões e borlas de ouro e azul. Haste e lança douradas.
E desta forma, estas Armas só poderiam ser “ As nossas Armas”.
A água, a grande quantidade que houve e que há na região dominada pela Vila de Mortágua, é representada pelas faixas onduladas de prata e azul, que significam humildade e riqueza, lealdade e caridade.
A terra, a riqueza do solo, é simbolizada pelo esmalte negro, significa firmeza e honestidade.
As pinhas, simbolizando uma das principais fontes de riqueza local, a ouro esmaltado que significa fidelidade, constância, poder e nobreza.
A coroa mural de prata de quatro torres é indicativo da categoria de Vila.
Bandeira do Concelho de Mortágua: Como as peças que constituem estas armas são as pinhas de ouro e a indicação de água que é azul, a bandeira é esquartelada de amarelo (que representa ouro) e de azul. Cordões e borlas de ouro e azul. Haste e lança douradas.
E desta forma, estas Armas só poderiam ser “ As nossas Armas”.
Aprovado pela Portaria nº. 7592, do Ministério do Interior, publicada no Diário da República, I Série, nº. 123 de 3/06/1933.
Fonte: CMM
O ferro da minha avó
Conseguem
imaginar a vida sem o ferro de passar roupa? O aspeto amarrotado não é nada
agradável.
Como
antigamente não havia eletricidade nas aldeias, para engomar a roupa a solução surgiu com o ferro a carvão. Foi uma criação do século XVII.
Eram aquecidos com o carvão em brasa. Quando o carvão começava a perder a força, o ferro esfriava e então as
pessoas tinham que soprar para as brasas para que ele voltasse a aquecer, dando
temperatura ao ferro. À
medida que a brasa se tornava cinza, ia sendo abastecido.
Para além de pesados – eram ferros maciços – havia
outro problema: às vezes saía fuligem de dentro do ferro, ou pior, faíscas. E
lá se ia uma atraente peça de roupa ou um lençol branquinho.
Este ferro é da minha avó paterna que mora
em Ortigosa, freguesia de Pala, tem a pega de madeira e uma chaminé.
Rodrigo da Conceição, 5.º B
Ano letivo de 2011-12
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