terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O espigueiro da minha avó, em Pala

    Na freguesia de Pala, a minha avó Maria tem um espigueiro construído em madeira. As paredes laterais, em ripas, permitiam a circulação do ar e a secagem do milho. Depois de recolhido no outono, o cereal era desfolhado, transportado em cestos e armazenado no espigueiro, onde ficava a secar para depois ser “malhado”. Os espigueiros representam o esforço de um ano de trabalho agrícola.
    O espigueiro da minha avó foi construído pelo senhor Manuel de Eirigo, em 1943. Foi restaurado, mas a cobertura ainda não está recuperada, foram colocadas chapas de zinco que alteram as suas características rústicas. É um exemplar dos usos e costumes vividos pelos nossos antepassados, merece outra intervenção para ser reposto em bom estado.

Rui Martins, 5.º B
Ano letivo de 2011-12                                                                                                   

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O Ferro de passar da minha bisavó

     Antigamente, como não havia energia elétrica em muitos lugares, usava-se estes ferros de passar a roupa que funcionavam a brasa, de carvão vegetal, para o aquecimento.
     Este ferro pertenceu à minha bisavó Maria, que morava em Trezói. É em ferro maciço e pesa cerca de dois quilos. Para conseguir aquecê-lo, a minha bisavó fazia uma fogueira, recolhia as brasas e metia-as dentro do ferro para o aquecer e conseguir alisar a roupa.
     A última pessoa a utilizá-lo foi a minha mãe, Urbalina, que tem trinta e cinco anos. Ela contou-me que perdia muito tempo a aquecer o ferro... Mas tinha a vantagem de não consumir energia elétrica.
Marco Gonçalves, 5.º D
Ano letivo de 2011-12

Capela de Nossa Senhora da Piedade


     Na freguesia onde vivo, Vale de Açores, a capela de Nossa Senhora da Piedade preserva momentos importantes da história local. Para conhecê-la melhor, ouvi o senhor Armando Simões e aqui exponho as informações que consegui obter.
     É uma capela brasonada que pertencia à Casa Senhorial que foi propriedade dos Duques de Cadaval, uma ilustre família da fidalguia portuguesa. Foi construída no exterior da quinta de que faz parte, para que o povo de Vale de Açores a pudesse visitar.
     Desconhece-se o ano exato da sua construção, mas terá sido no século XIX. A planta da capela é oitavada. Na fachada principal, destaca-se o brasão dos Duques de Cadaval; a porta é encimada por um frontão interrompido, o único elemento decorativo do exterior da capela.   
     A capela sofreu algumas alterações posteriores à sua construção inicial: foi retirada uma escada interior que dava acesso a um espaço superior na parte sul e o teto octogonal foi pintado com uma cor diferente da original. Estas alterações fizeram com que a capela perdesse o valor arquitetónico para a avaliação como monumento nacional.
     Consta-se que a rainha Dona Amélia, quando passava por Mortágua, ia assistir aos atos religiosos nesta capela.

Pesquisa de Maria João Lopes – 5º B
Ano Letivo 2011-2012                                                       

terça-feira, 22 de novembro de 2011

O Clube está de volta!

No presente ano letivo de 2011-2012, o Clube do Património será dinamizado pelas professoras de História e Geografia de Portugal e de História.

No Clube do Património, podes ocupar os teus tempos livres de uma forma lúdica e cultural. Poderás conhecer, valorizar e aprender a preservar o Património Local e Nacional.

TORNA-TE UM JOVEM ORGULHOSO DO PATRIMÓNIO!